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	<title>Irmãs Klink &#187; ruínas maias</title>
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		<title>Entre Formigas</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 23:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tamara Klink]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Guatemala]]></category>
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		<description><![CDATA[- Laura Dez amigos, seis nacionalidades. Todos em uma pequena van, com destino à Tikal, um sítio arqueológico de ruínas e pirâmides maias. Partimos de San Miguel Escobar pelas 3 da manhã e cambaleando de sono, tornamo-nos zumbis. A viagem  soava como um teste para pessoas ansiosas; seriam 14 horas de resistência. Meta do dia: [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1" style="text-align: right;">- Laura</p>
<p class="p1"><span class="s1">Dez amigos, seis nacionalidades. Todos em uma pequena van, com destino à Tikal, um sítio arqueológico de ruínas e pirâmides maias. Partimos de San Miguel Escobar pelas 3 da manhã e cambaleando de sono, tornamo-nos zumbis. A viagem<span class="Apple-converted-space">  </span>soava como um teste para pessoas ansiosas; seriam 14 horas de resistência. Meta do dia: chegar no parque antes das 5 da tarde. Kit de bordo: uma garrafa d’agua e um saquinho plástico para eventuais descartes ou indigestões alimentares. De um dormitório temporário, a<span class="Apple-converted-space">  </span>tripulação da pequena e vermelha vã foi ganhando ânimo ao nascer do sol, assim como os relances na janela, em diferentes tons de verde.</span></p>
<p><span id="more-4986"></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Em uma corrida contra o tempo, fomos vencedores, chegamos dentro do horário estipulado. Já dentro do <i>camping</i>, todos se permitiram deitar nas redes. Optei pela escolha mais <i>roots</i> e dei um prévio aviso de que dormiria no chão de concreto. Estiquei meu <i>sleeping bag </i>e comecei a admirar o céu<i>. </i>Sem luz elétrica, éramos iluminados apenas pela luz da lua.<i> </i>Por alguns minutos tive a doce ilusão de conforto. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Sem que percebesse, a natureza de menor dimensão foi delicadamente avançando sobre o território, afinal de contas, nós havíamos tomado o delas. Peguei uma lanterna. Ao passo em que iluminava o chão, pontos e mais pontos pretos ambulantes cruzavam o feixe de luz, como um céu terrestre. Mal imaginaria que disputava aquela fração de solo e atrativa moradia, com tantas formigas, (enormes formigas) que camuflavam-se meio a concreto, sombras e aranhas. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">- Me rendi à rede -</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> A duração da viagem de carro &#8211; que para alguns soa como enclausuramento &#8211; o cardápio &#8211; que faria com que qualquer nutricionista se desiludisse com a profissão &#8211; ou a estadia ao ar livre &#8211; a qual provavelmente não seria classificada como a melhor &#8211; trouxeram vida ás páginas de meu diário.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Há aqueles que dizem que a companhia transforma o lugar, nada mais certo para mim. As longas horas no carro, viram minutos; as comidas industrializadas, um banquete gourmet e as formigas, imperceptíveis. Seja sua própria companhia ou a de outras duas, dez, vinte pessoas, se “as regras básicas de convivência” entram em consentimento e a motivação de todos é constante, a alegria permeará o solo em que pisamos. Sorte é estar com as pessoas certas, e por certas não quero dizer perfeitas. Quando as<span class="Apple-converted-space">  </span>diferenças convergem em um mesmo ponto no globo terrestre, a viagem ganha sabor(es), certas vezes mais para azedo, doce ou salgado, mas o ganha. O perfeito é saber viver as imperfeições da vida alegremente, afinal de contas, são essas imperfeições que rendem as melhores histórias.</span></p>
<a href="http://www.irmasklink.com.br/categorias/diario-de-bordo/" class="submit submitTheme" title="GOSTOU? AQUI TEM MAIS">GOSTOU? AQUI TEM MAIS</a>
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