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	<title>Irmãs Klink &#187; Chapada Diamantina</title>
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		<title>Chapada Diamantina</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 22:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tamara Klink]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Chapada Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de bordo]]></category>
		<category><![CDATA[chapada diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[vale do capão]]></category>

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		<description><![CDATA[- Tamara  A trilha das águas claras era interrompida por uma série de riachinhos, e chuva caía e levantava a cada 100m de caminhada, quando a nuvem carregada da evaporação do oceano encontrava o Morrão. Entramos na cachoeira, felizes com o volume anormal de água. Ir embora não nos tirou da piscina, que começou a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1" style="text-align: right;"><span class="s1">- Tamara</span></p>
<p class="p1"> A trilha das águas claras era interrompida por uma série de riachinhos, e chuva caía e levantava a cada 100m de caminhada, quando a nuvem carregada da evaporação do oceano encontrava o Morrão. Entramos na cachoeira, felizes com o volume anormal de água. Ir embora não nos tirou da piscina, que começou a cair do céu, ensopando lanches, câmeras fotográficas, e enchendo nossos tênis de aquários lamacentos.</p>
<p class="p1"><span class="s1">Agora os riachinhos pareciam sair de turbinas hidroelétricas.</span><span id="more-4707"></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O guia, Vítor, nos ajudou a encontrar, literalmente, o caminho das pedras, agora invisíveis. </span>Nem o carro escapou do atolamento, na estrada argilosa que parecia manteiga. Largamos o automóvel no meio do trajeto até a pousada e tomamos a chuva de boca aberta.</p>
<p class="p1">A ilusão de lindos dias de sol se desfez na manhã seguinte. Chovia no Capão como não acontecia em 5 anos. Meu pai achou melhor fugirmos da estrada, mais obstáculo que caminho. Fomos para a Lapa Doce, uma gruta com salões gigantes e piscinas abastecidas com água escorrida das estalactites. Também visitamos o Morro do Pai Inácio. Minha mãe disse que era um dos sonhos dela estar lá conosco. Acredito que na ânsia de tornar o momento inesquecível, acabou por torná-lo invivível: parou de fotografar tarde o suficiente para termos de ir embora.</p>
<p class="p1"><span class="s1">O dia seguinte tinha sol para todos, menos pro meu pai, que agora possuía uma linda, imponente e pálida bolha em cada calcanhar [Espero que, com isso, ele tenha aprendido a importância do uso de meias]. Desiludidos com a possibilidade de fazer a trilha de 30km para a Fumaça, fomos para a Caverna Torrinha. O diminutivo do nome não fazia jus à facilidade da locomoção de nosso familiar debilitado, nem ao seu comprimento e sua diversidade de formações. Apesar de não ser tão ampla quanto a Lapa Doce, essa caverna coleciona uma floresta de flores de argonita, bolhas de calcita e agulhas de cristal pelos seus mais que 6km de extensão visitáveis. Além disso, tem um salão de 100x200m sem colunas, que me deixou arquitetônicamente inquieta.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O resto do dia foi de exploração. Fizemos um piquenique no posto mais lindo do Brasil. Comemos torrada e queijo no posto embargado, na cara do Morro do Pai inácio.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O Alcino, um amigo da estalagem, nos recomendou um passeio pelo pantanal no Rio Remanso. Nos perdíamos enquanto a cobrinha do GPS ia crescendo em espirais. Fui abrindo e fechando as porteiras das fazendas desconhecidas, até meu pai (que detesta pedir informação) recorrer aos agricultores. Andar por aquelas fazendas me deu outra visão da Chapada, e gostei de termos nos perdido. Chegamos à comunidade quilombola e entramos no barco à remo que nos levou até a cachoeira. Eu contribuí na ida, e deixei a Marininha remar na volta, mas sobrou pro meu pai e pro Mazinho fazer as 10 milhas náuticas (18km) no braço.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Voltamos a tempo de fazer outro piquenique, agora com vista para o Morro do Camelo, com a luz do sol poente, da lua e de uma tentativa fracassada de fogueira.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Não ‘ticamos’ metade dos destinos previstos. Mas que graça tem tratar uma viagem como uma lista de supermercado?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Acho que devo às adversidades e imprevistos alguns bons amigos, descobertas de lugares inusitados e a certeza de que, num tempo onde as vivências são compráveis, ter tido uma experiência autêntica que não conseguiríamos repetir.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Please upload multiple images to the slider.</span></p>
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